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24 de Janeiro de 2019
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    Parlamento 2015 - Any Ortiz - PPS

    Renovação é a palavra que norteou a campanha da advogada e jovem vereadora de Porto Alegre Any Ortiz, do Partido Popular Socialista (PPS). Aos 31 anos, foi eleita com 22.553 votos pela coligação Juntos pelo Rio Grande para o seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa. Conquistou votos em 357 dos 497 municípios do RS e obteve suas maiores votações na Capital (9.121 votos) e em Palmares do Sul (1.257). “Trabalho com a política do olho no olho”, define-se Any, que defende a oxigenação da política.

    Filha do ex-prefeito de Palmares do Sul Ernesto Ortiz Camacho, já na escola interessou-se pelas atividades do grêmio estudantil. Mais tarde, por volta dos 17 anos, passou a fazer trabalho voluntário, pelo qual pode conhecer de perto as necessidades e carências das comunidades de Porto Alegre. “Foi um primeiro passo para entender a importância de se levar o Estado para dentro de alguns lugares e tentar contribuir para mudar a sociedade”, explica.

    Any elegeu-se vereadora na Capital em 2010. Foi líder da bancada do seu partido e 2ª secretária da Mesa. Também foi presidente da Escola do Legislativo e vice-presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana. Com mandato na Câmara até 31 de janeiro de 2015, ela integra a Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Juventude, a frente parlamentar para criação de bairros e a que combate maus tratos contra os animais.

    Um dos projetos que apresentou na Câmara e que pretende ampliar para o nível estadual é o que prevê incentivos fiscais para empresas que investem na educação e formação universitária dos seus funcionários. “Dentro do município, temos poucos recursos para tratar de incentivos fiscais, mas acredito que aqui (na Assembleia) esse projeto pode ser ampliado”, afirma.

    Outra proposta é a de levar a educação financeira às escolas. “Trabalhei muito na área da educação”, diz Any.

    Ainda entre os temas que pretende abordar estão aqueles relacionados à saúde da juventude, como gravidez na adolescência, bullying e depressão, tendo como foco ações preventivas. “O que se investe na prevenção não se vai investir lá na frente (em recuperação ou tratamento) ”, defende.

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