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19 de Outubro de 2018
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    Fixinha apresenta projeto que libera prefeitos para restabelecer energia, água e telefonia

    O deputado João Fischer (PP) encaminha nos próximos dias projeto de lei que dará mais agilidade ao restabelecimento de serviços essenciais como o fornecimento de energia elétrica, água e telefonia. “A ideia é proporcionar aos prefeitos a liberdade para contratar (após o devido processo de credenciamento) uma empresa terceirizada para efetuar os reparos, caso a concessionária deixe de fazê-lo, após quatro horas de interrupção do serviço”, explica Fixinha. De acordo com a proposta, os custos da operação seriam descontados de taxas como a da iluminação pública, ou da conta de &aacu te;gua dos prédios próprios, como escolas municipais e postos de saúde.

    “A cada temporal o contribuinte, além de ser penalizado com taxas mais elevadas, fica sem o serviço. É inadmissível que 72 horas após uma ventania, tenhamos mais de 50 mil pontos desabastecidos de energia no Rio Grande do Sul”, conclui Fischer.

    Em relação aos últimos fenômenos que afetaram a vida de milhares de gaúchos, o deputado estadual João Fischer solicitou ao Estado, ao Ministério Público e às concessionárias de energia e telefonia providências para minimizar os transtornos causados pelos temporais no Estado nas últimas horas. “O Ministério Público, sempre tão zeloso com as questões sociais, precisa agir contra as denúncias da imprensa e de moradores de que as concessionárias de energia estão com os caminhões estacionados nos pátios das empresas”, disse Fixinha.

    Para o parlamentar, é inconcebível a demora no restabelecimento de energia e serviços de comunicação. “Toda vez que temos temporais essa situação se repete no Estado. Não é possível permanecermos nesta situação: pagamos uma tarifa de energia de primeiro mundo e recebemos serviço senegaleses”, reforçou.

    Fixinha também fez contato com a Defesa Civil do Estado, solicitando telhas e lonas para atender os necessitados no Vale. O deputado ainda enviou ofícios cobrando da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do RS (AGERGS) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), além de relatar o problema às Comissões da Assembleia Legislativa.

    © Agência de Notícias
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